FUNCIONÁRIOS DA CAIXA ECONÔMICA FEDERAL EM LEOPOLDO DE BULHÕES ADERIRAM A GREVE NACIONAL
- 08/09/2026
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FUNCIONÁRIOS DA CAIXA ECONÔMICA FEDERAL EM LEOPOLDO DE BULHÕES ADERIRAM A GREVE NACIONAL
Os funcionários da Caixa Econômica Federal decidiram entrar em greve nacional por tempo indeterminado a partir desta terça-feira, (08/09) após uma assembleia realizada de maneira virtual, rejeitar proposta apresentada pelo banco.
Funcionários da Caixa Econômica em Leopoldo de Bulhões também aderiram a paralisação e o posto de atendimento do banco que fica no centro administrativo municipal não está funcionando.
Segundo o Sindicato dos Bancários do Estado de Goiás, a greve demonstra a insatisfação dos empregados da Caixa com os termos apresentados nas negociações e reforça a disposição da categoria em defender avanços nas reivindicações da Campanha Nacional.
As discussões sobre o custeio do plano de saúde vêm provocando forte insatisfação entre os trabalhadores, especialmente diante das propostas que ampliam a participação dos beneficiários nas despesas. A insatisfação com o Saúde Caixa se soma a outras reivindicações da categoria relacionadas a salários, Participação nos Lucros e Resultados (PLR), benefícios e condições de trabalho.
Por meio de nota, a Caixa informou que “mantém aberto o diálogo com as entidades representativas dos empregados e segue empenhada na construção de uma solução para a renovação do Acordo Coletivo de Trabalho (ACT) e da Convenção Coletiva de Trabalho (CCT), pautada pela valorização dos empregados, pela sustentabilidade da instituição e pelo compromisso com a continuidade dos serviços prestados à sociedade”.
Proposta dos trabalhadores
Segundo o presidente do Sindicato dos Bancários do Estado de Goiás, Sergio Luiz da Costa, a proposta negociada prevê reajuste correspondente a 100% do Índice Nacional de Preços ao Consumidor (INPC), acrescido de 0,6% de ganho real. A estimativa considera uma inflação entre 3,90% e 4,22%, o que levaria o reajuste para uma faixa próxima de 4,8%.
A data-base dos bancários é 1º de setembro. De acordo com o sindicalista, a convenção coletiva tem duração de dois anos, e as negociações também ocorrem por meio de uma mesa permanente com a Federação Nacional dos Bancos (Fenaban).
Fonte: Jornal Opção
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